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sexta-feira, 10 de outubro de 2014

ALIANÇA COM DEUS - TRABALHO ACADEMICO




Aliança Com Deus
Significa um compromisso assumido com a pessoa amada. Este costume teve sua origem na Europa, porém inicialmente, somente a mulher usava, e posteriormente, a tradição também passou para os homens.
A palavra aliança tem origem no latim alligare, que remete para uma relação de proximidade, de união. Fazer uma aliança com alguém é fazer um acordo, um pacto, uma união.
A aliança tem um formato circular, o que é um simbolismo de eternidade, porque o círculo não tem princípio nem fim.
Deus se lembrou de sua Aliança com Abrão (Êxodo 2.24), de que daria á sua família a terra de Canaã (Êxodo 6.4) embora o Senhor tivesse avisado a Abraão de que seus descendentes passariam quatro gerações no Egito e prometeu que os salvaria (Gênesis 15.12-16), então Deus viu o sofrimento do seu povo no Egito (Êxodo 6.5).
Quando o Senhor tirou seu povo do Egito através de Moisés, providenciou para que fizesse uma aliança com este povo para que pertencessem a Deus. A base desta Aliança Mosaica era o culto. Servir a Deus e cultuá-lo era o centro desta Aliança.
Muitos cristãos querem um relacionamento unilateral com Deus no sentido de apenas receber bênçãos do Senhor. Mas como Deus disse à Abraão “Sê tu, uma bênção!” (Gênesis 12.2). Devemos também servir a Deus fazendo algo para Seu Reino de acordo com Sua vontade e o ministério em que nos chamou.
O culto era tão importante que havia um dia especial para cultuar a Deus inteiramente, que era o sábado. Houve um lugar especial para adorar a Deus que foi o Tabernáculo. Estabeleceu-se uma forma correta de servir a Deus que foi o Sacrifício. Pessoas especiais foram separadas para servir a Deus ministrando ao povo que eram os Sacerdotes e Levitas.
Embora esta Aliança tenha sido feita com Moisés, ou através deste, não era uma Aliança com uma pessoa apenas e sim com todo o povo. Foi um pacto coletivo onde as ordenanças do Senhor eram declaradas e o povo aderia à elas prometendo servir a Deus (Êxodo 19.7,8)

“A salvação nunca foi pela obediência à Lei”.
Conceito popular das duas alianças (pactos):”… a antiga, com base na lei (promulgada no Monte Sinai), e a nova, fundamentada na graça (promulgada no Monte Calvário)”.
“As duas alianças não são questões de tempo; em lugar disso, elas são um reflexo das atitudes humanas e representam duas formas diferentes de tentar se relacionar com Deus, formas que remontam a Caim e Abel. A antiga aliança representa os que, como Caim, equivocadamente confiam na própria obediência como meio de agradar a Deus. Em contrapartida, a nova aliança representa a experiência dos que, como Abel, dependem inteiramente da graça de Deus para realizar tudo o que Ele prometeu”. LES, 4º Trim/2011 pág. 120
“A palavra hebraica traduzida por “aliança” é berit. Ela ocorre quase 300 vezes no Antigo Testamento e se refere a um contrato obrigatório, um acordo ou um tratado. Por milhares de anos, as alianças desempenharam um papel fundamental na definição das relações entre pessoas e nações do antigo Oriente Próximo. Alianças muitas vezes envolviam o sacrifício de animais, como parte do processo de fazer uma aliança (literalmente “cortar”). A matança de animais simbolizava o que aconteceria a uma das partes, caso falhasse em cumprir as promessas e obrigações da aliança”. LES, 4º Trim/2011 pág. 121
Olhando a base da aliança original de Deus com Adão no jardim do Éden, antes do pecado nós enxergarmos:
a) Deus estabelecendo a formação da família, através do casamento e, nele colocando a benção da fecundidade, e o dom da administração dos bens criados por Ele; (Gen 1:28)
b) Deus por causa do ser humano, suas fragilidades, suas necessidades físicas e mentais, reservando um espaço no tempo, chamado Sábado. Esse tempo tanto auxilia-nos espiritualmente a centrar nossa dependência de Deus, quanto nos recompõe fisicamente para a lida do viver; (Gen 2:2-3)
c) Deus colocando o ser humano num estágio pleno de liberdade, num espaço chamado jardim do Éden. Providenciando valorização e sentido para a existência através da ocupação (trabalho): físico-mental, delegando a Adão a função de mordomo do planeta terra.
d) Deus indicou um espaço proibido no jardim do Éden. Colocou naquele lugar uma placa com letras grandes: Obediência resulta em vida, desobediência resulta em morte. “A Obediência era a inclinação natural da humanidade”. Mas a escolha do ser humano foi contrário a lógica e, de então, o pagamento pela desobediência passou a ser o cumprimento fiel da aliança: seres humanos mortais. (Gen 2;15-17)
Com a aliança quebrada, Deus anunciou que nem tudo estava perdido, nunca foi esse o seu desejo. O homem carecia de esperança para sua desesperada situação. Deus declara a promessa confortadora que proveria um Salvador, eis a Aliança da Graça! (Gen 3:15)
“Porque o salário do pecado é a morte, mas o dom gratuito de Deus é a vida eterna, por Cristo Jesus nosso Senhor”. – Romanos 6:23

“A queda do homem encheu o Céu todo de tristeza. O mundo que Deus fizera estava manchado pela maldição do pecado, e habitado por seres condenados à miséria e morte. Não parecia haver meio pelo qual pudessem escapar os que tinham transgredido a lei. Os anjos cessaram os seus cânticos de louvor. Por toda a corte celestial havia pranto pela ruína que o pecado ocasionara.
O Filho de Deus, o glorioso Comandante do Céu, ficou tocado de piedade pela raça decaída. Seu coração moveu-se de infinita compaixão ao erguerem-se diante dEle os ais do mundo perdido. Entretanto o amor divino havia concebido um plano pelo qual o homem poderia ser remido. A lei de Deus, quebrantada, exigia a vida do pecador. Em todo o Universo não havia senão um Ser que, em favor do homem, poderia satisfazer as suas reivindicações. Visto que a lei divina é tão sagrada como o próprio Deus, unicamente um Ser igual a Deus poderia fazer expiação por sua transgressão. Ninguém, a não ser Cristo, poderia redimir da maldição da lei o homem decaído, e levá-lo novamente à harmonia com o Céu. Cristo tomaria sobre Si a culpa e a ignomínia do pecado – pecado tão ofensivo para um Deus santo que deveria separar entre Si o Pai e o Filho. Cristo atingiria as profundidades da miséria para libertar a raça que fora arruinada”
. – Patriarcas e Profetas, Ellen G White, pág. 63
Deus providenciou vestimentas para o casal, com preço de sangue. Vestes provenientes da morte de um inocente cordeiro. Em seguida os tirou do jardim do Éden, os colocou diante da realidade nua e crua da ação do pecado nos seres humanos. Mas, com aquele gesto escreveu de forma indelével o caminho até o Cordeiro de Deus que destrói o pecado que há no planeta terra. Essa é a aliança da graça, participamos dos resultados benéficos dela, mas não podemos, nem temos capacidade de produzi-lo. É obra completa da trindade. Cabe a nos firmamos parte nessa Aliança pelo caminho da Fé em Jesus, o Cristo.
Pelo qual também temos entrada pela fé a esta graça, na qual estamos firmes, e nos gloriamos na esperança da glória de Deus. Romanos 5:2
A lei de Deus é uma expressão de Sua própria natureza; é uma corporificação do grande princípio do amor, sendo, daí o fundamento de Seu governo no Céu e na Terra. Se nosso coração é renovado à semelhança de Deus, se o amor divino é implantado na alma, não será então praticado na vida a lei de Deus? Implantado no coração o princípio do amor, renovado o homem segundo a imagem Daquele que o criou, cumpre-se a promessa do novo concerto: “Porei as Minhas leis em seu coração e as escreverei em seus entendimentos.” Heb. 10:16. E se a lei está escrita no coração, não moldará ela a vida? A obediência – nosso serviço e aliança de amor – é o verdadeiro sinal de discipulado”. Caminho a Cristo, Ellen G White.



 1.3 Aliança de Deus com Israel


A aliança de Deus com Israel no Monte Sinai era que se eles mantivessem a perfeição dos Dez Mandamentos, eles poderiam então demonstrar que eram homens perfeitos e dignos da vida eterna. Desta forma seria possível para eles alcançarem a bênção principal sob o Convênio Abraâmico. Eles se tornariam a semente espiritual de Abraão através de quem Deus havia prometido que iria abençoar o mundo. “E far-te-ei uma grande nação, e abençoar-te-ei e engrandecerei o teu nome; e tu serás uma bênção. E abençoarei os que te abençoarem, e amaldiçoarei os que te amaldiçoarem; e em ti serão benditas todas as famílias da terra. “E a tua descendência será como o pó da terra.” —Gên.12:2,3; 28:14
O Decálogo, ou Dez Mandamentos, é uma breve sinopse da Lei geral. Serviria como um código de culto e moral para um povo que agora está livre de Israel para viver. O Convênio dado a Israel através de Moisés, expressa a justiça de Deus. (Êx 20:1-26) Os ‘julgamentos’ governaram a vida social de Israel. (Cap. 21:1-24:11) As “ordenanças” governaram a vida religiosa de Israel. (Êxodo 24:12-31:18) Estes elementos formaram “a lei” como denominado no Novo Testamento. (Mat. 5:17,18) Os Mandamentos e ordenanças formaram um sistema religioso.
As primeiras tábuas da lei foram elaboradas e escritas pelo Senhor Deus. Isto representa o quanto o homem era uma perfeita imagem do seu Criador. A lei de Deus ao homem, no entanto, não foi originalmente dada no Monte Sinai. Esta declaração da lei não foi dada à humanidade em geral, mas para a nação judaica, para a bênção final de todas as nações. A lei original de Deus foi dada no Éden quando o homem foi criado. A lei de Deus foi escrita no coração de Adão, no sentido de que ele foi criado à imagem divina. O homem recebeu os atributos da mente e do coração em plena consonância com a de Deus. Ele era um amante da justiça, e de fazer a vontade de seu Pai Celestial. Após a queda do homem, a raça humana foi manchada pelo pecado, e perdeu o seu amor pelo Pai Celestial e por seus semelhantes. “Eis que eu nasci na iniqüidade e em pecado me concebeu minha mãe.” —Sal. 51:5
Podemos olhar para a Lei e perguntar por que os judeus não eram capazes de cumpri-la plenamente e de forma satisfatória. Pode parecer simples, até que nós vejamos a profundidade no sentido de que não é visto na superfície. Isso não foi visto até que Jesus magnificou a lei e a tornou honrosa. (Isaías 42:21) Ninguém, além de Jesus já foi capaz de cumprir esta Lei, desde a queda de Adão.
O Grande Mestre explica que a primeira tábua da lei relativa aos direitos do homem para com o seu Criador não significa apenas evitar a adoração de ídolos e coisas profanas. Isso significa que Deus deve ocupar o primeiro lugar no coração humano. “Amarás ao Senhor teu Deus de todo o teu coração, e de toda a tua alma, e de todas as tuas forças, e de todo o teu entendimento, e ao teu próximo como a ti mesmo.” (Lucas 10:27) Isto também mostra que qualquer divisão do coração ou força ou mente, viola esse mandamento. Não devemos deixar que nada tire nossas mentes e corações do Senhor.



1.4 Influencia da Aliança de Deus com Israel para o surgimento da Bíblia.

O Antigo Testamento registra a experiência que os seus autores e o povo de Israel tiveram com Javé, o verdadeiro Deus. As nações vizinhas tinham vários deuses e deusas, que eram adorados na forma de imagens (ídolos). A crença de Israel era diferente. Javé era o único Deus de Israel, e dele não se faziam imagens. Javé era o Deus único, Criador e Senhor do Universo. Ele era um Deus vivo e salvador, sempre vivendo com o seu povo.
Esse Deus impunha aos seus adoradores leis e normas morais que tinha em vista um procedimento correto nos relacionamentos da vida. E havia leis sociais que protegiam interesses das outras pessoas, inclusive as marginalizadas, e do povo como um todo. Javé perdoava as pessoas que quebravam suas leis. Mas o perdão era somente concedido na condição de as pessoas se arrependerem, confessarem os seus erro e se disporem a corrigir-se. As pessoas que permaneciam em pecado, eram julgadas por Deus e castigadas.
Javé fez com o povo de Israel uma aliança, pela qual ele prometeu ser o Deus de Israel; e o povo, por sua vez, prometeu ser fiel a Deus, disposto a seguir e obedecer às suas leis. Essa doutrina fundamental da crença do povo de Israel é complementada por estas palavras que Jesus pronunciou na ocasião da instituição da Ceia: “Este cálice é a nova aliança feita por Deus com o seu povo, aliança que é garantida pelo meu sangue, derramado em favor de vocês” (Lc 22.20).
Por meio de símbolos e de profecias, o AT preparou o povo de Deus para a vinda do Messias, aquele que Deus iria enviar a fim de trazer a salvação completa para as pessoas.
Para se entender bem o Novo Testamento, é necessário recorrer ao AT, porque este forma a base para os ensinamentos encontrados no Novo Testamento. Mas nem todo os ensinamentos encontrados no AT têm validade para os cristãos. O cristão lê o AT com a luz que vem da maneira de Jesus interpretá-lo e completá-lo. Jesus disse: “Não pensem que eu vim acabar com a Lei de Moisés ou com os ensinamentos dos profetas. Não vim para acabar com eles, mas para dar o seu sentido completo” (Mt 5.17). E, logo adiante Jesus afirmou algo que é totalmente novo: “Vocês sabem o que foi dito: ‘Ame os seus amigos e odeie os seus inimigos.’ Mas eu lhes digo: ‘Ame os seus inimigos e amem os que perseguem vocês’” (Mt 5.43,44). Essas palavras de Jesus sobre inimigos vão muito além dos ensinamentos do AT sobre o assunto.
Os ensinamentos do AT sobre a lei, o culto, a conduta das pessoas, a sua vida, a sua morte e a sua vida após a morte são entendidos e vividos pelos cristãos à luz da revelação completa e final que se encontra no Novo Testamento.


1.5 Qual o tempo de uma aliança

Uma aliança é algo que foge as regras externas, ao decreto do tempo cronológico. Representa a separação de alguém ou alguma coisa, para pertencer a uma única pessoa, um único dono. Deus foi tão exigente em relação à aliança Dele com seu povo, que exigiu o reconhecimento desta aliança no próprio corpo (a circuncisão). Pode-se dizer que é uma marca eterna ou seja o tempo é infinito, um pacto permanente. Ainda depois da morte física, permanece. Podendo afirmar que o ser humano, tem alianças de diversos tipos: espiritual, matrimonial, paternal, maternal, fraternal, de amizade, de discipulado. Quando Jesus levanta doze homens para andarem com Ele (Mt. 10), estava procurando aqueles que poderiam estabelecer uma aliança espiritual de eternidade. Que teriam capacidade de ser Igreja aqui na terra. Quando andamos na proposta de liderança de Jesus (discipulado), precisamos estar prontos para correspondermos à fidelidade neste discipulado (Mt. 28:18-19).
Eliseu guardou de tal forma a aliança com Elias, que além de servi-lo em todo o tempo, não o deixava um só momento só. Ele sabia que estar andando nos “calcanhares” de seu discipulador, lhe renderia o olhar de Deus e a unção do Espírito Santo. Nós temos uma tendência muito grande em sermos infiéis, em querer sermos servidos ao invés de servirmos. Por isso Deus olha tanto para nós quando somos fiéis na aliança. Vivemos num tempo onde a mídia explode dentro de nossas casas com cenas de infidelidade no casamento, infidelidade nas famílias, infidelidade nas amizades, infidelidade nos contratos, infidelidade na palavra. Vivemos no século da infidelidade sem limites. Quantas pessoas vivendo uma vida dissoluta, sem se importar com as alianças que têm com pessoas importantes em suas vidas. Vivem como verdadeiros “adoradores” de si mesmos. São tão egoístas, que não pensam até mesmo, na maior aliança que uma pessoa pode ter: A ALIANÇA COM DEUS! Quando somos escolhidos por Deus e aceitamos sua aliança em nossas vidas, nos tornamos propriedade exclusiva Dele (I Pe. 2:9). Ele não admite traições! A Sua Aliança teve o preço de Sangue. Não foi uma dor qualquer, foi a maior dor que um homem na terra já pode suportar.


1.6 Hierarquia de uma Aliança

A aliança obedece a uma hierarquia que abrange os seu líderes, que tem uma aliança com seu Pastor, que está em aliança com o Apóstolo, que recebeu o derramar da unção de conquista de multidões, e todos estamos em aliança com Deus. A unção derramada nessa hierarquia passa por nós e chegará até a última pessoa que nascerá na Visão Celular no Modelo dos 12. Todos estamos debaixo da mesma unção, da mesma herança, por causa de uma só aliança, que tem seu lado mais forte, e seu lado mais fraco, que pode ter sua dificuldade, mas tem muito mais vitórias do que derrotas.
Deus diz: “Eu te farei multiplicar extraordinariamente”. “Extraordinário” ultrapassa o que é ordinário. É o prenúncio do dilúvio que Deus vai trazer sobre nós da grande multiplicação. Deus está salvando o Brasil! Alegre-se, porque Deus está olhando para o Amazonas e a nuvem do avivamento está sobre nós.
Somos pais e mães de multidões, mas se não houver aliança entre discípulos e discipuladores, a multidão será apenas um agrupamento. Há líderes que quase imploram para seus discípulos comparecerem às convocações para cultos de multiplicação, para não passarem vergonha. Aí não há compromisso. Nossa atitude deve ser de nos tornarmos um com o discipulador, para juntos guerrearmos, vencermos e arrancarmos a ovelha da boca do urso e da boca do lobo. Assim, nosso rebanho será intocável e multiplicadores de alianças.
PASTOR: Homem ungido por Deus para apascentar o rebanho (igreja).
PASTOR-PRESIDENTE: Pastor Líder Pastoral e Presidente Administrativo de uma Igreja-Sede de um Ministério ou Campo com uma Sede e diversos Setores (Áreas). (Tem também o PASTOR VICE-PRESIDENTE)
PASTOR SETORIAL: Pastor Líder responsável por um Setor (Área) composto por uma igreja sede e diversas igrejas ou congregações afiliadas.
PASTOR LÍDER: Pastor à frente de um Ministério, Campo, Setor ou Igreja. (Veja: PASTOR-PRESIDENTE.
CO-PASTOR: Vice-Líder de um Campo, Setor ou Igreja.
PASTOR-AUXILIAR: Cuida de variados ministérios da igreja-sede e pode dirigir congregações.
EVANGELISTA: Homem, conforme o próprio nome indica, responsável pela evangelização do campo ou área afeta à igreja local. Tem atribuição básica de divulgar a mensagem. Sua função é parte do ministério da igreja. Tem voto como pastor nas assembleias de convenção.
Obs.: Existem alguns evangelistas que se auto-denominam "Missionários", "Missionários Urbanos", "Evangelistas Itinerantes".
PRESBÍTERO: É o auxiliar direto do Pastor, em alguns casos. Na falta do Pastor, o presbítero pode assumir a direção da igreja local (congregação). Mediante autorização do pastor-presidente, pode exercer funções pastorais como pregar e realizar batismos e ceias.
Entre outros membros que colaboram direta ou indiretamente para multiplicar essa aliança com Deus.

  


2.0 Quem é Deus?

Aqui estão algumas das características de Deus como reveladas na Bíblia: Deus é justo (Atos 17:31), amoroso (Efésios 2:4-5), verdadeiro (João 14:6) e santo (1 João 1:5). Deus mostra compaixão (2 Coríntios 1:3), misericórdia (Romanos 9:15) e graça (Romanos 5:17). Deus julga o pecado (Salmos 5:5), mas também oferece o perdão (Salmos 130:4).
Não podemos compreender Deus longe de suas obras porque o que Deus faz flui de quem Ele é. Aqui está uma lista resumida das obras de Deus, passadas, presentes e futuras: Deus criou o mundo (Gênesis 1:1, Isaías 42:5); Ele ativamente sustenta o mundo (Colossenses 1:17); Ele está executando o Seu plano eterno (Efésios 1:11) que envolve a redenção do homem da maldição do pecado e da morte (Gálatas 3:13-14); Ele atrai as pessoas para Cristo (João 6:44); Ele disciplina os Seus filhos (Hebreus 12:6) e Ele julgará o mundo (Apocalipse 20:11-15).
Na pessoa do Filho, Deus se encarnou (João 1:14). O Filho de Deus se tornou o Filho do homem e é, portanto, a "ponte" entre Deus e o homem (João 14:6, 1 Timóteo 2:5). É somente através do Filho que podemos ter o perdão dos pecados (Efésios 1:7), a reconciliação com Deus (João 15:15, Romanos 5:10) e a salvação eterna (2 Timóteo 2:10). Em Jesus Cristo, "habita corporalmente toda a plenitude da divindade" (Colossenses 2:9). Assim, para saber realmente quem é Deus, tudo que temos que fazer é olhar para Jesus.
Deus, que criou o universo em toda a sua imensidão e detalhes criativos, pode ser conhecido por nós. Ele nos conta sobre si mesmo, e também nos revela muito mais. Deus nos convida a ter um relacionamento com Ele, onde podemos conhecê-lo pessoalmente. Não somente podemos aprender sobre Ele, como podemos conhecê-lo, intimamente.
“Não se glorie o homem sábio em sua sabedoria nem o forte em sua força nem o rico em sua riqueza, mas quem se gloriar, glorie-se nisto: em compreender-me e conhecer-me, pois Eu sou o Senhor e ajo com lealdade, com justiça e com retidão sobre a terra, pois é dessas coisas que me agrado”, declara o Senhor. (Jeremias 9:23, 24).


2.1 Deus é um ser humano?

Assim como uma pessoa que compartilha com você seus pensamentos e sentimentos, Deus claramente nos conta sobre si mesmo. A única diferença que existe  é que Ele é sempre honesto. Tudo o que Ele conta sobre si mesmo, ou sobre nós, é uma informação confiável. Mais verdadeiro do que nossos sentimentos, pensamentos e percepções, Deus é completamente preciso e honesto no que diz. Nós podemos confiar completamente em cada promessa que Ele nos faz, pois Ele cumpre. Nós podemos conhecê-lo com base em sua palavra.




 2.2 Deus é uma Pessoa?

JESUS nunca se referiu a Deus como uma força abstrata. Pelo contrário, conversava com Deus e orava a ele. Geralmente, ele chamava Deus de Pai celestial, um termo que revela sua profunda intimidade com Deus. — João 8:19, 38, 54.
É verdade que “nenhum homem jamais viu a Deus” e que “Deus é Espírito”. (João 1:18; 4:24) Mas isso não quer dizer que ele não tem nenhum tipo de corpo ou forma. A Bíblia nos diz: “Se há corpo físico, há também um espiritual.” (1 Coríntios 15:44) Então Deus tem um corpo espiritual?
Sim. Quando Jesus foi ressuscitado, ele “entrou . . . no próprio céu, para aparecer agora por nós perante a pessoa de Deus”. (Hebreus 9:24) Isso nos ensina dois fatos importantes sobre Deus. Primeiro, ele tem um lugar de morada. Segundo, ele é uma Pessoa, não simplesmente uma força indefinível que está em toda parte.
Assim, como a influência de Deus pode ser sentida em todo lugar? Deus pode enviar seu espírito santo, ou poder em ação, para qualquer lugar no Universo. Como um pai que estende a mão para consolar e apoiar seus filhos, Deus usa seu espírito santo para realizar seu propósito. — Salmo 104:30; 139:7.
Visto que Deus é uma Pessoa, ele também tem personalidade. Há coisas que ele gosta e coisas que ele não gosta. Ele também tem sentimentos. A Bíblia nos diz que ele ama seu povo, se alegra com seus trabalhos, odeia a idolatria e se sente magoado com a perversidade. (Gênesis 6:6; Deuteronômio 16:22; 1 Reis 10:9; Salmo 104:31) Em1 Timóteo 1:11, ele é chamado de “Deus feliz”. Não é de admirar que Jesus tenha dito que podemos aprender a amar esse Deus de todo o nosso coração! — Marcos 12:30.




  
2.3 Antropomorfismo

O prazo (não encontrada na Bíblia, derivados do grego Anthropos, o homem, e morphe, formulário) designa o ponto de vista de Deus, que concebe como tendo forma humana (Exod. 15:3; Num.. 12:8) com os pés (Gen. 3:8; Exod. 24:10), mãos (Exod. 24:11; Josh. 4:24), boca (Num. 12:8; Jer. 7:13), e do coração (Hos. 11:8) , Mas em um sentido mais amplo, o termo também inclui atributos humanos e emoções (Gn 2:2; 6:6; Exod. 20:5; Hos. 11:8).
Esta tendência de antropomorfismo, comum a todas as religiões, tão plena expressão encontrada em grego politeísmo pensava que o homem comum dos deuses quanto os homens mortais.
Xenophanes (cerca de 570-480 aC) reagiu fortemente, acusando o homem de tornar os deuses à sua imagem.
Posteriores desenvolvimentos no pensamento grego considerado como homens mortais deuses (uma forma de humanismo antecipado) ou visualizadas Deus na metafísica de puro bom senso, Ser absoluto.
O transcendentalismo deste último influenciou o hellenistic judeus do Egito, para que os tradutores do grego OT, a LXX, feita durante o segundo eo terceiro séculos aC, sentiu obrigado a modificar algumas das anthropomorphisms.
por exemplo, onde o hebraico lê "eles viram o Deus de Israel" (Exod. 24:10) a LXX tem "que viram o local onde se situava o Deus de Israel" e para "Vou falar com ele boca a boca" ( Num. 12:8) a LXX traduz "Vou falar-lhe boca a boca, aparentemente".
No entanto, a OT, se lida com empatia e compreensão, o que revela um desenvolvimento espiritual é um corretivo para qualquer um bruto, literalistic vista de antropomorfismo ou igual a falsa repúdio de qualquer manifestação antropomórfica.
A "imagem de Deus" criado no homem (Gn 1:27) foi, na esfera da personalidade, do espírito, não da forma humana.
Porque os israelitas "serra nenhuma forma" (Deut. 4:12) no Sinai, que eram proibidas as imagens, de qualquer forma, masculina ou feminina, besta, pássaro, rastejante coisa, ou peixes (Deut. 4:15-19).
O NT declaração de Jesus, "Deus é espírito, e aqueles que adoram devem adorá-lo em espírito e verdade" (João 4:24), é esperada pelos Job 9:32; Ps.
50:21; e Hos. 11:9.
O antropomorfismo dos Israelitas foi uma tentativa de expressar o nonrational aspectos da experiência religiosa (o tremendum Mysterium ", aweful majestade", discutida por Rudolf Otto) em termos de consumo racional, e as primeiras manifestações de o assunto não fosse tão "bruto", como os chamados iluminada teria um homem pensa.
As características humanas do Deus de Israel eram sistematicamente exaltada, enquanto os deuses de seus vizinhos do Leste Próximo partilhados os vícios dos homens.
Considerando que a representação do Deus de Israel nunca foram além antropomorfismo, as divindades das outras religiões assumiram formas de animais, árvores, estrelas, ou até mesmo uma mistura de elementos.
Antropomórfica conceitos foram "absolutamente necessária se o Deus de Israel estava a ser um deus do indivíduo Tribos de Israel, bem como da população como um todo .... Para a média adorador ... isso é muito importante que o seu deus ser uma divindade quem pode simpatizar com seus sentimentos e emoções humanas, sendo um com quem se pode amar e temer alternadamente, e em quem ele pode transferir as emoções santo ligado com memórias de pai e mãe e amiga "(WF Albright, Da Idade da Pedra ao cristianismo, 2nd ed., P. 202).
É precisamente na área do pessoal que teísmo, tal como expresso no cristianismo, nunca devemos pensar em termos antropomórfica.
A respeito exclusivamente a Deus ou Ser Absoluto, o Grande Desconhecido é referir a ele ou ela, mas para pensar em Deus como literalmente pessoais, uma bolsa com quem nós podemos, se a dizer que tu.
Alguns objetos com esta visão, ao explicar que as criaturas de uma força impessoal pessoais se tornaram seres humanos conscientes da sua personalidade.
"Dizer que Deus é completamente diferente de nós é tão absurdo quanto dizer que ele é completamente como nós" (DE TRUEBLOOD, Filosofia da Religião, p. 270).
Paradoxal que pareça, existe uma posição que mediar a resposta encontra na encarnação de Jesus Cristo, que disse: "Quem me viu viu o Pai" (João 14:9).
Finito homem jamais irá unir-se para o antropomorfismo da encarnação e do conceito de Deus como Pai (Matt. 7:11), mas, ao mesmo tempo ele vai perceber a impossibilidade de absoluto, completa compreensão de Deus, pois "os meus pensamentos não são os seus pensamentos, nem são os teus caminhos meus caminhos, diz o Senhor "(Isa. 55:8).
 “É Deus usando as partes humanas para se expressar por meio de analogias como se ele fosse humano. Serve para trazer o infinito ao alcance do finito de forma que seja compreendido”.
 Deus não pode ser percebido pelos sentidos humanos, pois é espírito eterno, infinito e invisível. Sendo Ele espírito, é invisível, sem substância material, sem partes ou paixões físicas, portanto, é livre de todas as limitações temporais. Deus, na qualidade de espírito, deve ser compreendido não pelos sentidos do corpo, mas antes, pelas faculdades da alma, vivificadas e iluminadas pelo Espírito Santo.
Estas representações do Antropomorfismo a seguir aludem à Sua obra, em sentido figurado, e não à Sua natureza invisível. Nelas são manifestos os Seus interesses, poderes e atividades.
a) Os olhos falam do Seu conhecimento (Dt 11.12; Sl 34.15);
b) Os braços e mão falam da Sua eficiência e poder (Ez 20.33; Is 59.1);
c) Os ouvidos se referem a Sua onisciência e atenção (2 Cr 7.15,16; Sl 34.15);
d) A face refere ao Seu favor (Sl 27.9; 143.7);
e) A boca fala da revelação da Sua vontade (Jó 37.2; Pv 2.6);
f) As narinas aludem a aceitação das nossas orações (Dt 33.10; Ap 8.3,4);
g) O coração representa a sinceridade das Suas afeições (Gn 6.6; 2 Cr 17.19);
h) Os pés falam da Sua presença (Is 60.13; 66.1);
i) Os ouvidos referem a Sua prontidão em ouvir as súplicas dos oprimidos (Ex 3.7; Sl 34.15; Ne 1.6; Jr 33.3).



  


2.4 Deus tem sentimento? ( Antropopatismo).

 “É a tentativa de Deus se expressar, referindo-se aos sentimentos humanos como se ele tivesse os tais”.
a) Amor - Ap 3.19 “Eu repreendo e castigo a todos quantos amo; sê, pois, zeloso e arrepende-te”. Deus, portanto, há de ser pessoal, pois o amor é pessoal. O amor subentende três elementos essenciais da personalidade, a saber: intelecto, sensibilidade e vontade.
b) Tristeza - Gn 6.6 “Então, arrependeu-se o Senhor de haver feito o homem sobre a terra, e pesou-lhe em seu coração”. A tristeza é uma emoção pessoal que aqui é atribuída, devido à atitude pessoal e às ações dos homens. 
c) Ira - I Rs 11.9 “Pelo que o Senhor se indignou contra Salomão, porquanto desviara o coração do Senhor, Deus de Israel, o qual duas vezes lhe aparecera”. A ira, aqui, é um ressentimento pessoal de Deus, ainda que santo, e que Ele sentiu contra Salomão por causa de sua perfídia e infidelidade, depois de ter sido tão altamente favorecido e honrado. Somente uma pessoa seria capaz de tal ressentimento.
d) Zelo - Dt 6.15 “Porque o Senhor, teu Deus, é um Deus zeloso no meio de ti, para que a ira do Senhor, teu Deus, se não acenda contra ti e te destrua de sobre a face da terra”. O zelo ou ciúmes de Deus, diferentemente do ciúme humano, é santo. Trata-se simplesmente de Seu interesse por Seu santo nome. Sua vontade e Seu governo. Não obstante, é um elemento pessoal e revela a personalidade de seu possuidor.
e) Ódio - Pv 6:16 “Há seis coisas odiadas pelo Eterno e a sétima é uma abominação para Sua alma”.
f) Alegria - Ne 8.10 “...a alegria do Senhor é a nossa força..”

 3.0 Criação e evolução.

A evolução é o ponto de vista predominante, proposto pela comunidade científica e educacional do mundo atual, em se tratando da origem da vida e do universo. Quem crê, de fato, na Bíblia deve atentar para estas quatro observações a respeito da evolução.
A evolução é uma tentativa naturalista para explicar a origem e o desenvolvimento do universo. Tal intento começa com a pressuposição de que não existe nenhum Criador pessoal e divino que criou e formou o mundo; pelo contrário, tudo veio a existir mediante uma série de acontecimentos que decorreram por acaso, ao longo de bilhões de anos. Os postulantes da evolução alegam possuir dados científicos que apoiam a sua hipótese.
 O ensino evolucionista não é realmente científico. Segundo o método científico, toda conclusão deve basear-se em evidências incontestáveis, oriundas de experiências que podem ser reproduzidas em qualquer laboratório. No entanto, nenhuma experiência foi idealizada, nem poderá sê-lo, para testar e comprovar teorias em torno da origem da matéria a partir de um hipotético “grande estrondo”, ou do desenvolvimento gradual dos seres vivos, a partir das formas mais simples às mais complexas. Por conseguinte, a evolução é uma hipótese sem “evidência” científica, e somente quem crê em teorias humanas é que pode aceitá-la. A fé do povo de Deus, pelo contrário, firma-se no Senhor e na sua revelação inspirada, a qual declara que Ele é quem criou do nada todas as coisas (Hb 11.3).
É inegável que alterações e melhoramentos ocorrem em várias espécies de seres viventes. Por exemplo: algumas variedades dentro de várias espécies estão se extinguindo; por outro lado, ocasionalmente vemos novas raças surgindo dentre algumas das espécies. Não há, porém, nenhuma evidência, nem sequer no registro geológico, a apoiar a teoria de que um tipo de ser vivente já evoluiu doutro tipo. Pelo contrário, as evidências existentes apoiam a declaração da Bíblia, que Deus criou cada criatura vivente “conforme a sua espécie” (1.21,24,25).
Os crentes na Bíblia devem, também, rejeitar a teoria da chamada evolução teísta. Essa teoria aceita a maioria das conclusões da evolução naturalista; apenas acrescenta que Deus deu início ao processo evolutivo. Essa teoria nega a revelação bíblica que atribui a Deus um papel ativo em todos os aspectos da criação. Por exemplo, todos os verbos principais em Genesis 1 têm Deus como seu sujeito, a não ser em 1.12 (que cumpre o mandamento de Deus no v. 11) e a frase repetida “E foi a tarde e a manhã”. Deus não é um supervisor indiferente, de um processo evolutivo; pelo contrário, é o Criador ativo de todas as coisas (Cl 1.16).
  



4.0 Faça uma exposição sobre a palavra de Deus

 Timóteo 3:16-17 é uma passagem de grande importância para a compreensão da identidade e utilidade da Bíblia. Assim está escrito:

"Toda a Escritura é divinamente inspirada, e (é) proveitosa para ensinar, para redarguir, para corrigir, para instruir em justiça; Para que o homem de Deus seja perfeito, e perfeitamente instruído para toda a boa obra."

Nesta passagem eu dei ênfase especial ao verbo “ser” que é usado nesse trecho e que, como deve ser do conhecimento de todos, é usado para identificar, caracterizar ou descrever algo. De acordo com a passagem acima, a Bíblia ou Escritura É divinamente inspirada por Deus ou, conforme a tradução grega, é sopro de Deus1. Isto significa que o autor da Bíblia é Deus quem a soprou, quem a produziu. Assim sendo a Bíblia é a Palavra de Deus. Além disso, o texto acima também nos diz que a Bíblia é útil, enumerando quatro motivos. De maneira mais analítica, ela nos diz que a Bíblia é útil para ensinar, redarguir, corrigir e instruir em justiça. Assim e uma vez que o título do artigo é: “A palavra de Deus é”, já temos algumas coisas que nos mostram o que é esta Palavra. A primeira delas refere-se à identificação da palavra Sopro de Deus em relação à Bíblia. Enquanto que a segunda é utilidade desta palavra como ensinamento, redarguição, correção, e instrução na justiça. “Para que o homem de Deus seja perfeito, e perfeitamente instruído para toda a boa obra.” (2 Timóteo 3:17).



 4.2 O que é Parênese? Cite exemplos.
Diz-se que uma boa parênese conterá sempre algo de útil e algo de belo. Gostaria que minhas palavras pudessem contemplar ambas, utilidade e beleza, mas me darei por satisfeito se forem simplesmente úteis…
Ninguém, na história, foi tão competente quanto o apóstolo Paulo para proferir uma boa parênese. Vê-se isto por suas cartas, profundamente teológicas e parenéticas. Sabia, como poucos, transformar seu grande conhecimento teológico em conselhos práticos para seus leitores…
E é de Paulo uma frase que gostaria de tomar como ponto de partida para alguns conselhos práticos. Trata-se de 1 Tm 4:6, um desafio de Paulo ao jovem Timóteo em relação ao seu recente mas promissor ministério:
“Expondo estas coisas aos irmãos, serás bom ministro de Cristo Jesus, alimentado com as palavras da fé e da boa doutrina que tens seguido”.
Guardem essa expressão: “Serás bom ministro de Cristo Jesus”.
Eis o nosso alvo e modelo de ministério: bons ministros DE Cristo Jesus.
Eis o nosso desejo e desafio: sermos bons ministros de Cristo Jesus.
Eis nossa razão e sentido: sermos bons ministros de Cristo Jesus.
Para tanto, alguns conselhos: ALMEJEM UM MINISTÉRIO PASTORAL EM QUE…
1. O Conhecimento Teológico seja Fruto da Intimidade com Deus.
Lembrem-se do exemplo de Paulo:
“Sim, deveras considero tudo como perda, por causa da sublimidade do conhecimento de Cristo Jesus, meu Senhor; por amor do qual perdi todas as coisas e as considero como refugo, para ganhar a Cristo” (Fp 3:8).
Não fomos chamados para manejar bem a Bíblia e os enunciados da fé. Fomos chamados para conhecer a intimidade de Deus e para fazê-lo conhecido. Por essa razão, e não por outra, manejaremos bem tanto a Bíblia como os enunciados da fé, sempre com humildade e gratidão, e não tendo do que nos envergonhar.
Como alguém disse: “É possível alguém ser um bom cristão (e, neste caso, ministro) e não amar a Cristo. Mas é impossível amar a Cristo e não ser um bom cristão (ou, mais uma vez, ministro)”.
2. A Prática Profissional seja Conseqüência da Consciência Vocacional.
Lembrem-se do exemplo Ester, quando exortada por Mordecai:
“Não imagines que, por estares na casa do rei, só tu escaparás entre todos os judeus. Porque, se de todo te calares agora, de outra parte se levantará para os judeus socorro e livramento, mas tu e a casa de teu pai perecereis; e quem sabe se para conjuntura como esta é que foste elevada a rainha? Então, disse Ester que respondessem a Mordecai: Vai, ajunta a todos os judeus que se acharem em Susã, e jejuai por mim, e não comais, nem bebais por três dias, nem de noite nem de dia; eu e as minhas servas também jejuaremos. Depois, irei ter com o rei, ainda que é contra a lei; se perecer, pereci” (Et 4:13-16)
Em outras palavras, não conformem-se e não acomodem-se às estruturas eclesiásticas, institucionais, ou o que quer que seja. Não se deixem domesticar. Não trabalhem e não façam opções ministeriais por dinheiro, fama, ou coisa que o valha. Não desejem cargos, status social, posições de destaque. Contentem-se em ser fiéis a Deus e ao Seu chamamento. Amem o ministério. Considerem-se privilegiados pela oportunidade de sofrer em seus próprios corpos as marcas de Cristo. Deus não os empregou. Deus os seduziu (Jeremias) e vocacionou.
Foi Spurgeon quem disse, certa vez, o seguinte: “Meu filho, se Deus o chamou para o ministério, não se rebaixe ao ponto de ser rei em qualquer país”
3. As Realizações e Atividades estejam sob a égide do Amor, da Ética e do Equilíbrio.
Lembrem-se do exemplo de Salomão:
“Considerei todas as obras que fizeram as minhas mãos, como também o trabalho que eu, com fadigas, havia feito; e eis que tudo era vaidade e correr atrás do vento, e nenhum proveito havia debaixo do sol” (Ec 2:11); e “De tudo o que se tem ouvido, a suma é: Teme a Deus e guarda os seus mandamentos; porque isto é o dever de todo homem. Porque Deus há de trazer a juízo todas as obras, até as que estão escondidas, quer sejam boas, quer sejam más” (Ec 12:13-14).
Não sucumbam aos apelos do tempo presente. Não sejam ativistas. Não sejam imediatistas. Não sejam “produtivos”. Sejam, pelo contrário, pastores marcados pelo amor. Gastem tempo e recursos motivados pelo amor. Dediquem-se a mil e a um só com a mesma intensidade e coração. Deixem que vejam em vocês santidade e obediência a Deus, e não apenas bons números. Permitam que sua fé e compromisso sejam incentivo para os demais. Sejam sóbrios e vigilantes. Tenham uma palavra sempre bem “temperada”. Amem a pregação e amem também o silêncio. Amem os templos cheios de gente salva e amem também as visitas aos leitos de hospital. Amem a Igreja e amem suas próprias famílias. Estas antes que aquela. E, finalmente, vivam de tal forma que possam dizer: “sede meus imitadores como sou de Cristo”.
Guardem, com vocês, esta frase de Karl Barth: “Deus quer que seu evangelho seja pregado. 



5.0 Comete as coisas mais importantes que você aprendeu com essa disciplina

Hoje, é esperado que usemos o Velho Testamento para aprender mais sobre a natureza de Deus e a necessidade de servi-lo. 
“Pois tudo quanto, outrora, foi escrito para o nosso ensino foi escrito, a fim de que, pela paciência e pela consolação das Escrituras, tenhamos esperança” (Romanos 15:4).
Ao estudar a história israelita, podemos aprender da sua fé e as bênçãos que Deus lhes deu quando eram obedientes. Da mesma forma, podemos aprender da sua desobediência e das consequências que Deus pôs sobre eles quando eram indiferentes, transigentes ou rebeldes. É esperado que façamos aplicações espirituais positivas nas nossas vidas dos princípios encontrados aqui. 
Estas coisas lhes sobrevieram como exemplos e foram escritas para advertência nossa...” (1 Coríntios 10:11).
Esta disciplina contribuiu de forma significativa para o meu aprendizado, pois tudo que foi ensinado e aprendido em sala de aula tem somado para minha formação enquanto teólogo.
Aprendi muito com o trabalho proposto sobre a aliança, pois com ele pude entender melhor o plano redentor do Senhor para nós. Ao fazer uma aliança com Deus passamos a conhecer ao Senhor como próximo de nós, passamos a respeitá-lo, amá-lo, adorá-lo e reverencia-lo, pois quanto mais o conhecemos e temos intimidade com Ele, mais o tememos.
Deus nos ama muito e perdoa todos os nossos pecados nos aceitando como somos, mas precisamos aprender a temer ao Senhor como Deus supremo.
Na verdade a aliança com Deus é algo que pode ser mostrado para pessoas que tem intimidade com Deus, ao mesmo tempo em que temem ao Senhor e buscam conhecer a Deus a cada dia.
Temer a Deus é conhecer a sua vontade, o maior conhecimento que alguém pode ter é conhecer a Deus.
CONCLUSÃO:
Deus quer ter uma Aliança com todos nós. Quando Moisés fez Aliança do povo com Deus, ninguém podia ficar de fora. Isso nos leva a refletir sobre o individualismo atual. Até a fé das pessoas é individualizada. A salvação é pessoal, mas precisamos aprender a compartilhar nossa fé, viver em comunhão, interceder pelo outro e pregar o evangelho.
Hoje não existem mais sacrifícios de cordeiros, pois Jesus ofereceu sacrifício uma vez por todas (Hebreus 9.28). Também não existe mais a Arca da Aliança nem as Táboas da Lei. Contudo Deus faz conosco uma Aliança de Perdão, de Adoração e de Obediência.


 Referências Bibliográficas:




http://ejesus.com.br/uma-parenese-para-novos-pastores

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